{"id":4072,"date":"2013-01-19T17:11:14","date_gmt":"2013-01-19T20:11:14","guid":{"rendered":"http:\/\/gtella.test\/?p=4072"},"modified":"2023-05-04T05:46:57","modified_gmt":"2023-05-04T08:46:57","slug":"observando-as-torres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/guillermotella.com\/pt\/abordagens\/observando-as-torres\/","title":{"rendered":"Observando as torres"},"content":{"rendered":"<p>A cidade, em seu processo de crescimento permite reconhecer v\u00e1rias etapas. A primeira \u00e9 a expans\u00e3o: a cidade cresce transformando o solo rural em urbano. A segunda \u00e9 a consolida\u00e7\u00e3o, onde se ocupam alguns lotes, se abrem algumas ruas, se constroem as casas, se estendem as redes urbanas<!--more-->. Em uma terceira etapa \u00e9 poss\u00edvel identific\u00e1-la com aquela da densifica\u00e7\u00e3o: as \u00e1reas consolidadas come\u00e7am a crescer em altura.<\/p>\n<p>Estas etapas convivem de maneira simult\u00e2nea na cidade: enquanto que um extremo cresce, em outro se consolida e o centro se densifica. Esta densifica\u00e7\u00e3o instala um processo de substitui\u00e7\u00e3o, onde certos edif\u00edcios tendem a ser substitu\u00eddos por outros de maior altura.<\/p>\n<p>A regi\u00e3o metropolitana de Buenos Aires da conta destes processos. Os eixos ferrovi\u00e1rios foram os que marcaram o crescimento em torno das esta\u00e7\u00f5es. Acompanhado das cotas altas da topografia, a mancha urbana foi crescendo no \u00faltimo s\u00e9culo, sem grandes obst\u00e1culos naturais que gerassem barreiras a este crescimento: com o qual a cidade cresce e cresce indefinidamente sobre os pampas, sobre a plan\u00edcie.<\/p>\n<p>A mancha urbana vai crescendo e conformando esse tent\u00e1culo que acentuaria a direcionalidade da expans\u00e3o. Pequenas manchas crescem entorno aos n\u00facleos fundacionais das esta\u00e7\u00f5es ferrovi\u00e1rias, que com o tempo v\u00e3o ganhando consist\u00eancia e integrando-se umas com as outras. Em conseq\u00fc\u00eancia, se observa a predomin\u00e2ncia de um espa\u00e7o central por sobre um espa\u00e7o perif\u00e9rico; a predomin\u00e2ncia de eixos principais a espa\u00e7os intersticiais; e finalmente a predomin\u00e2ncia relativa do norte ao sul.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-4082 size-full\" title=\"Jaque a las torres 01a\" src=\"https:\/\/guillermotella.com\/wp-content\/uploads\/Jaque-a-las-torres-01a.jpg\" alt=\"\" width=\"349\" height=\"260\" srcset=\"https:\/\/guillermotella.com\/wp-content\/uploads\/Jaque-a-las-torres-01a.jpg 349w, https:\/\/guillermotella.com\/wp-content\/uploads\/Jaque-a-las-torres-01a-300x223.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 349px) 100vw, 349px\" \/><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-4083\" src=\"https:\/\/guillermotella.com\/wp-content\/uploads\/Jaque-a-las-torres-01b.jpg\" alt=\"\" width=\"349\" height=\"260\" srcset=\"https:\/\/guillermotella.com\/wp-content\/uploads\/Jaque-a-las-torres-01b.jpg 349w, https:\/\/guillermotella.com\/wp-content\/uploads\/Jaque-a-las-torres-01b-300x223.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 349px) 100vw, 349px\" \/><\/p>\n<h2>Espa\u00e7o rural e espa\u00e7o urbano<\/h2>\n<p>Neste contexto, surgem algumas quest\u00f5es a destacar: primeiro campo e cidade geram espa\u00e7os que os diferenciam entre si por muitos motivos: pela atividade em que se desenvolve em cada um, pelo tipo de constru\u00e7\u00e3o e pelo tipo de popula\u00e7\u00e3o que reside pelo tipo de deslocamentos que produzem, etc. Podemos entender estas diferen\u00e7as em termos da rela\u00e7\u00e3o p\u00fablico-privado.<\/p>\n<p>Os espa\u00e7os rurais resultam ser absolutamente indiferenciados em t\u00e9rminos relativos. Isto se refere a duas quest\u00f5es centrais: que o espa\u00e7o rural \u2013 em rela\u00e7\u00e3o entre o p\u00fablico e o privado \u2013 \u00e9 indiferenciado, onde a privacidade \u00e9 um ponto fraco. Em contrapartida, em espa\u00e7os urbanos, a partir deste ponto de vista \u00e9 claramente diferenciado: aparecem as ruas, as pra\u00e7as, as cal\u00e7adas, os bulevares, com um car\u00e1ter aberto e de livre acesso. Mas tamb\u00e9m aparecem lotes, edif\u00edcios e constru\u00e7\u00f5es, que est\u00e3o relacionadas com quest\u00f5es mais privativas, com forte car\u00e1ter fechado.<\/p>\n<p>De modo que encontramos dentro do espa\u00e7o urbano, dos espa\u00e7os da cidade, estas duas categorias: o espa\u00e7o p\u00fablico, por um lado, com as caracter\u00edsticas de continuidade e de fluidez em termos relativos. \u00c9 algo assim como o vazio do espa\u00e7o urbano, conformado pelo sistema em rede de ruas, de pra\u00e7as, de cal\u00e7adas. Por outro lado, aparece o espa\u00e7o privado, compartimentado, que \u00e9 algo assim como o \u201ccheio\u201d da cidade, o ocupado, o constru\u00eddo. O mais significativo \u00e9 que ambos se excluem e se complementam: os dois devem existir solidariamente na cidade.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-4085\" title=\"Jaque a las torres 02a\" src=\"https:\/\/guillermotella.com\/wp-content\/uploads\/Jaque-a-las-torres-02a.jpg\" alt=\"\" width=\"349\" height=\"260\" srcset=\"https:\/\/guillermotella.com\/wp-content\/uploads\/Jaque-a-las-torres-02a.jpg 349w, https:\/\/guillermotella.com\/wp-content\/uploads\/Jaque-a-las-torres-02a-300x223.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 349px) 100vw, 349px\" \/><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-4086\" src=\"https:\/\/guillermotella.com\/wp-content\/uploads\/Jaque-a-las-torres-02b.jpg\" alt=\"\" width=\"349\" height=\"260\" srcset=\"https:\/\/guillermotella.com\/wp-content\/uploads\/Jaque-a-las-torres-02b.jpg 349w, https:\/\/guillermotella.com\/wp-content\/uploads\/Jaque-a-las-torres-02b-300x223.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 349px) 100vw, 349px\" \/><\/p>\n<h2>Espa\u00e7o p\u00fablico e espa\u00e7o privado<\/h2>\n<p>A cidade se divide ent\u00e3o em espa\u00e7os p\u00fablicos e espa\u00e7os privados. Da rela\u00e7\u00e3o entre eles surge outro componente, que denominamos tecido urbano. E \u00e9 a partir desta conforma\u00e7\u00e3o, desde a identifica\u00e7\u00e3o da forma, da morfologia que tem o tecido, que \u00e9 como explicamos a rela\u00e7\u00e3o entre o p\u00fablico e o privado. Existem, evidentemente, muitas nuances que come\u00e7am a dar conta de tais rela\u00e7\u00f5es estabelecidas.<\/p>\n<p>Dizemos que o espa\u00e7o urbano tem como categorias complementares e excludentes ao espa\u00e7o p\u00fablico e ao espa\u00e7o privado; que o espa\u00e7o p\u00fablico constitui esse sistema aberto, esse vazio na cidade em que fluem as pra\u00e7as, as cal\u00e7adas e os bulevares, e que nos permite entender sua conforma\u00e7\u00e3o, sua estrutura\u00e7\u00e3o, nos oferece vincula\u00e7\u00e3o com o territ\u00f3rio circundante que rodeia a cidade, conecta as distintas partes da cidade e oferece servi\u00e7os, infra-estrutura e as redes necess\u00e1rias para cada parcela, para cada espa\u00e7o privado. \u00c9, al\u00e9m disto, o que nos traz significado, mem\u00f3ria e identidade, imprime morfologia ao lugar.<\/p>\n<p>Essa flu\u00eancia dos espa\u00e7os p\u00fablicos se organiza a partir de uma rede. O esquema b\u00e1sico mediante o qual entendemos essa rede denomina-se trama urbana. A geometria que adquire testemunha sua topografia, as ondula\u00e7\u00f5es e depress\u00f5es, a transi\u00e7\u00e3o da cidade com o campo, seu processo de crescimento e o grau de consolida\u00e7\u00e3o de seus espa\u00e7os assim como a orienta\u00e7\u00e3o dos eixos de crescimento.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-4089\" title=\"Jaque a las torres 03a\" src=\"https:\/\/guillermotella.com\/wp-content\/uploads\/Jaque-a-las-torres-03a.jpg\" alt=\"\" width=\"349\" height=\"260\" srcset=\"https:\/\/guillermotella.com\/wp-content\/uploads\/Jaque-a-las-torres-03a.jpg 349w, https:\/\/guillermotella.com\/wp-content\/uploads\/Jaque-a-las-torres-03a-300x223.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 349px) 100vw, 349px\" \/><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-4090\" src=\"https:\/\/guillermotella.com\/wp-content\/uploads\/Jaque-a-las-torres-03b.jpg\" alt=\"\" width=\"349\" height=\"260\" srcset=\"https:\/\/guillermotella.com\/wp-content\/uploads\/Jaque-a-las-torres-03b.jpg 349w, https:\/\/guillermotella.com\/wp-content\/uploads\/Jaque-a-las-torres-03b-300x223.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 349px) 100vw, 349px\" \/><\/p>\n<h2>Cidade e alta densidade<\/h2>\n<p>A cidade \u00e9 o \u00e2mbito de concentra\u00e7\u00e3o humana, \u00e9 o produto cultural mais sofisticado que o homem criou em sociedade. A cidade deve poder abrigar uma comunidade, e por isso, deve poder crescer, deve permitir absorver seu crescimento. Existem zonas que a cidade cresce em alta densidade e existem zonas onde a cidade pede crescer naturalmente com densidades baixas, com outros modos de ocupa\u00e7\u00e3o que preservem as qualidades de bairro, que consolidem uma imagem de urbana tradicional.<\/p>\n<p>A cidade de Nova York, por exemplo, amplia esses processos. Muitos de seus edif\u00edcios, com uma forte ocupa\u00e7\u00e3o especulativa de seu solo, crescer com muita densidade, com alt\u00edssima taxa de ocupa\u00e7\u00e3o. Mas isto nem sempre foi assim, tamb\u00e9m com o passar do tempo percebeu-se que esta imagem que vemos hoje \u00e9 o resultado da contribui\u00e7\u00e3o de gera\u00e7\u00e3o ap\u00f3s gera\u00e7\u00e3o de certas expectativas, de certas ambi\u00e7\u00f5es que a comunidade se deu conta e que se expressam nela. Manhattan, um s\u00e9culo atr\u00e1s realizou uma ocupa\u00e7\u00e3o de grau baixo das suas quadras e tinha outro tipo de ocupa\u00e7\u00e3o do tecido urbano.<\/p>\n<p>\u00c9 necess\u00e1rio enfatizar a ideia da cidade como um projeto coletivo. Para isso, primeiro temos que planejar, ter um modelo sobre o qual a cidade possa orientar seu crescimento. Este modelo \u2013 que chamamos m\u00e1ster-plan \u2013 expressa as expectativas da comunidade, as motiva\u00e7\u00f5es de cada um de seus atores. E o m\u00e1ster-plan \u00e9, al\u00e9m disso, um instrumento jur\u00eddico para implementar o crescimento. Isso se desenvolve com uma forte iniciativa do governo local e com acompanhamento de toda a comunidade.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-4094\" title=\"Jaque a las torres 04a\" src=\"https:\/\/guillermotella.com\/wp-content\/uploads\/Jaque-a-las-torres-04a.jpg\" alt=\"\" width=\"349\" height=\"220\" srcset=\"https:\/\/guillermotella.com\/wp-content\/uploads\/Jaque-a-las-torres-04a.jpg 349w, https:\/\/guillermotella.com\/wp-content\/uploads\/Jaque-a-las-torres-04a-300x189.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 349px) 100vw, 349px\" \/><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-4095\" src=\"https:\/\/guillermotella.com\/wp-content\/uploads\/Jaque-a-las-torres-04b.jpg\" alt=\"\" width=\"349\" height=\"220\" srcset=\"https:\/\/guillermotella.com\/wp-content\/uploads\/Jaque-a-las-torres-04b.jpg 349w, https:\/\/guillermotella.com\/wp-content\/uploads\/Jaque-a-las-torres-04b-300x189.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 349px) 100vw, 349px\" \/><\/p>\n<h2>A cidade como processo coletivo<\/h2>\n<p>Que a cidade cres\u00e7a e de que modo faz\u00ea-lo \u00e9 um processo coletivo. Os diferentes atores, os diferentes agentes que nela interv\u00eam, p\u00fablicos e privados, t\u00eam a responsabilidade de fazer valer sua opini\u00e3o com for\u00e7a, com convic\u00e7\u00e3o. Como exemplo, vale citar um caso europeu onde uma importante cidade teve que absorver seus processos de crescimentos intensivos e pensou de que maneira poderia faz\u00ea-lo.<\/p>\n<p>Frente ao desejo generalizado de estar frente ao rio, foi decidido orientar o crescimento de Frankfurt por tr\u00e1s da zona previamente edificada, conservando esta frente e mantendo o esp\u00edrito que a havia dado car\u00e1ter, valor e identidade a esse lugar. A cidade cresceu ent\u00e3o, com torres de grande altura, mas preservou-se o car\u00e1ter de base, respeitando as pr\u00e9-exist\u00eancias.<\/p>\n<p>Isto implica um acordo social, mas, tamb\u00e9m, uma voca\u00e7\u00e3o coletiva para sustentar o processo. Todos queriam ter nosso edif\u00edcio na borda do rio, com as melhores vistas, mas isso n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel nem tampouco se pode deixar essas decis\u00f5es serem levadas de acordo com as leis do mercado. \u00c9 um planejamento, como acordo social, o modo em que se deve prever o crescimento da cidade. Do contr\u00e1rio, situa\u00e7\u00f5es de injusti\u00e7a e desigualdade se disseminar\u00e3o de maneira discricion\u00e1ria.<\/p>\n<p>Outro caso para ilustrar \u00e9 o da escala de bairro, onde os vizinhos desfrutavam de um espa\u00e7o p\u00fablico de baixa densidade. De repente, e fora do previsto, apareceram edif\u00edcios de 8 ou 9 pavimentos que invadem a morfologia da cidade e estas pessoas, habituadas a um determinado ritmo de bairro, come\u00e7aram a absorver os custos das infra-estruturas de todas essas pessoas, os problemas de estacionamento e demais transtornos. Mas tamb\u00e9m, absorvem o forte impacto que gera esta apar\u00eancia e mant\u00eam.<\/p>\n<p>Estas circunst\u00e2ncias provocam, inevitavelmente, a ruptura desse acordo social. Aqui a nova tipologia de edifica\u00e7\u00e3o aparece em choque com os atributos deste entorno com caracter\u00edsticas de bairro pr\u00e9-existentes, e determina que as visuais resultem invadidas, que as infra-estruturais entrem em situa\u00e7\u00e3o de satura\u00e7\u00e3o e colapso, que a din\u00e2mica do entorno se veja fortemente alterada. E a pergunta que cabe \u00e9: quem assume os custos dos preju\u00edzos gerados a cada um dos propriet\u00e1rios vizinhos?<\/p>\n<p>A cidade ent\u00e3o deve ser entendida como um acordo coletivo e as id\u00e9ias que hoje planejamos ter\u00e3o sua express\u00e3o atrav\u00e9s do tempo. Mas isso n\u00e3o se realiza a partir de uma \u00fanica voz, e sim deve ser discutida, deve-se entrar num consenso, deve ser acordado e uma vez fechado o pacto, deve gerar um sistema normativo que policie esse desenvolvimento. Desta maneira, o que em algum momento foi uma id\u00e9ia, um projeto ou um masterplan, com o passar do tempo conseguir\u00e1 consolidar um modelo de crescimento em que prevale\u00e7a as coincid\u00eancias sobre as diferen\u00e7as.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-4099\" title=\"Jaque a las torres 05a\" src=\"https:\/\/guillermotella.com\/wp-content\/uploads\/Jaque-a-las-torres-05a.jpg\" alt=\"\" width=\"349\" height=\"250\" srcset=\"https:\/\/guillermotella.com\/wp-content\/uploads\/Jaque-a-las-torres-05a.jpg 349w, https:\/\/guillermotella.com\/wp-content\/uploads\/Jaque-a-las-torres-05a-300x214.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 349px) 100vw, 349px\" \/><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-4100\" src=\"https:\/\/guillermotella.com\/wp-content\/uploads\/Jaque-a-las-torres-05b.jpg\" alt=\"\" width=\"349\" height=\"250\" srcset=\"https:\/\/guillermotella.com\/wp-content\/uploads\/Jaque-a-las-torres-05b.jpg 349w, https:\/\/guillermotella.com\/wp-content\/uploads\/Jaque-a-las-torres-05b-300x214.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 349px) 100vw, 349px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: Consolas, Monaco, 'Courier New', Courier, monospace; font-size: 12px; line-height: 18px;\">\u00a9 Guillermo Tella<\/span><\/p>\n<address><a href=\"http:\/\/www.archdaily.com.br\/92172\/observando-as-torres-como-a-cidade-tende-a-crescer\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"text-decoration: underline; color: #888888;\">Em: Tella, Guillermo. (2013), \u201cObservando as torres: Como a cidade tende a crescer\u201d. ArchDaily Brazil (Janeiro 18).<\/span><\/a><\/address>\n<p><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desculpe, este conte\u00fado s\u00f3 est\u00e1 dispon\u00edvel em Espa\u00f1ol.<\/p>\n","protected":false},"author":14,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-4072","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-enfoques"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/guillermotella.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4072","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/guillermotella.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/guillermotella.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/guillermotella.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/14"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/guillermotella.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4072"}],"version-history":[{"count":27,"href":"https:\/\/guillermotella.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4072\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5769,"href":"https:\/\/guillermotella.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4072\/revisions\/5769"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/guillermotella.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4072"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/guillermotella.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4072"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/guillermotella.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4072"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}